Fonte: Assessoria de Imprensa - Foto: Obritonews

"Intolerante, prepotente e arrogante, Luiz Inácio Lula da Silva diz temer que o futuro presidente da República comprometa a continuidade de suas ações que, segundo ele, transformaram o Brasil para melhor. Um acinte. O país, sob Lula, onde avançou, foi graças aos atos de gestões anteriores e à performance da economia internacional. No que dependeu de Lula, retornamos ao início do século passado na área de saúde, com o recrudescimento de epidemias, como dengue e hepatite, e de um programa de corrupção no governo federal jamais visto no Brasil", declarou o vice-presidente dos Democratas, deputado José Carlos Aleluia (BA).
Para o líder democrata, os problemas a serem encarados pelo presidente que assumir em 2011 serão, sobretudo, os de restauração da moralidade pública – "a corrupção petista é o carro chefe da gestão Lula" –, da recuperação da infra-estrutura do país e da devolução aos investidores de confiança nas regras jurídicas brasileiras.
"O sucateamento da infra-estrutura impede o Brasil de crescer na mesma proporção de outros emergentes. Como o Estado não tem recursos para ampliar os investimentos, precisa de parcerias privadas. Mas, aí, entra a desconfiança nas regras do jogo. O que explica que só agora, dois anos do fim do mandato do petista, obras de novas hidrelétricas, como as do rio Madeira, estejam sendo licitadas. Não fossem as chuvas e já neste ano teríamos um apagão. Outras áreas da infra-estrutura estão abandonada, como portos e rodovias, por onde escoam a produção. A degradação das rodovias aumentam o custo Brasil. E Lula teme que a sua obra tenha solução de continuidade. Realmente não dá para levar esse senhor a sério", critica Aleluia.
O Programa de Aceleração do Crescimento, segundo o líder oposicionista, é apenas um palanque para Lula e "aloprados" fazerem comícios, numa clara agressão à lei eleitoral.
"Lula concebeu um palco para se dirigir a pelegos da CUT, mensaleiros e aloprados, Brasil afora, anunciando realizações que só existem no papel. Mesmo recorrendo a projetos engavetados há anos e a recursos assegurados pelo Orçamento da União, o PAC não decola. O que não é de estranhar, porque à frente do programa está a senhora Dilma Rousseff, um fracasso como gestora e um desastre ético. Aí está o dossiê construído nos porões da Casa Civil – aliás o presidente da República transformou a Casa Civil em Casa de mãe Joana, por onde traquinam Dirceu, Waldomiro, Rousseff – para constranger e chantagear a oposição", disse Aleluia.
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